Depois de duas coletivas de pé, cadeiras nos aguardavam na Renault, todos com blocos e canetas.Começou no horário, com um discurso de Jérôme Stoll, falando de números e crescimento de 82% da empresa entre setembro/07 e setembro/08.
Atualmente, a empresa detém 4,6% do market share nacional e pretende crescer para 5% em 2009.
Como em outras coletivas, comentou sobre a crise, mas ainda não tem previsão do que pode acontecer.
Disse apenas que, após a crise, o país deve ser um dos maiores consumidores de automóveis do mundo.
Como todas as coletivas deste salão esta não foi exatamente uma coletiva, foi mais a leitura de discurso passando nos teleprompters.
Tudo apresentado, em um português carregado de sotaque e num inglês também carregado de sotaque francês, estava na hora de partir para mais uma coletiva.
Antes, o primeiro martírio desta feira: a retirada do press kit após o final da coletiva num pequeno balcão.
Para variar, como em anos anteriores, tinha muita gente para retirar, até mesmo pessoas que trabalham na feira ou que estão de passagem, ou seja, não são jornalistas, e aí a bagunça está formada.
No final só consegui pegar o press kit em espanhol, porque em português já tinha acabado.
Alias não entendo uma coisa: no press kit tinha o CD em português e espanhol e também tinha tudo impresso, um calhamaço de folhas que dificilmente alguém vai ler.
Não é mais ecologicamente correto entregar o CD e pronto, não precisa a versão impressa.
*Este post foi escrito com um Dell Latitude E6400 ATG.
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