
Vamos lá, a coletiva aconteceu no Porão (?) das Artes da Bienal, nem atrasou muito. Logo na entrada, o café da manhã estava sendo servido em bandejas da uma padaria próxima, nem para tirar a embalagem.
Entrei, me posicionei e próximo de onde estava sentado, alguns colegas comentavam sobre vários eventos que estavam para ocorrer na cidade. Daí escutei a perola “Que ônibus tomo para ir na Daslu?”
A sala estava lotada, com colegas de varias partes do Brasil e alguns do exterior. A mesa era composta por oito pessoas. Cada pessoa da mesa chamada recebia uma série de aplausos, o porque eu não sei (saco).
Esta começou bem, bem mal. Cada componente da mesa, e mesmo os ausentes leram ou enviaram cartas, isso mesmo, cartas, com oito paginas cada, uma coisa sem fim, repito...saco.
Não fica mais fácil colocar esta cartas no release, adianta a vida de todo mundo, isso levou mais de 1 hora, só para ler as “abençoadas”
O que era pior, após ler as cartas, os “entrevistados” eram efusivamente aplaudidos “Pô, se não bastasse o cara ler uma carta ainda tenho que aplaudir?!?!”
A maxima que rolou foi um desentendimento do Presidente da Beinal com dois jornalistas, pois alguns trabalhos foram barrados para exibição, um deles foi o Guaraná Power, do grupo Superflex.
Como estava tudo atrasado na Bienal, não aconteceu a visita guiada, conforme anunciado no convite de coletiva.
A “lembrancinha”....teve não.
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